O Wall Street Journal dedica nestes dias de festejos natalícios um artigo onde conta como o robot de cozinha da alemã Vorwerk se tornou "uma obsessão no país mais pobre da Europa Ocidental". No final de 2014, 8% dos lares portugueses, lembra o artigo, deverão ter uma Bimby em casa.
"A sua popularidade pode parecer surpreendente num país que quase entrou em ‘default' em 2011 e que teve de aceitar um doloroso ajuste orçamental em troca de um resgate internacional", escreve o Wall Street Journal, referindo que se registaram vendas recorde nos últimos três anos, apesar de a Bimby custar "duas vezes o salário mínimo mensal" em Portugal.
E nem o facto de recentemente ter surgido um aparelho concorrente - a Yammi, do Continente - por um preço inferior a 400 euros parece, por ora, ter prejudicado o negócio da Vorwerk. Novembro foi o mês em que mais Bimby's se venderam desde que a empresa entrou em Portugal, há 13 anos: 5.077 unidades.
Para o Wall Street Journal, a explicação é simples: "Os portugueses adoram gadgets e parecem determinados, apesar dos tempos difíceis, em manter a tradição de regularmente se reunirem para jantar"."
Eu faço parte dos portugueses que tem a bimby e estou muito satisfeita pois o investimento feito tem retorno. Esta permite fazer em casa cozinhados, molhos, iogurtes, etc.... que de outra forma teria que comprar e sairiam mais caros, já para não falar da qualidade superior em relação aos produtos de compra.
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